“Não eramos como os outros casais. Não tinhamos toda aquela melancolia como os demais casais normais. Pensamentos iguais não era o nosso porte. O que pra um estava bom, pro outro era ruim. Tinham gostos e manias diferentes e raramente concordava com algo. Eles até tinha lá os momentos românticos, mas não gostavam de expor não por vergonha ou medo. Mas por proteção. Tinham ciumes, brigas [..] Mas o que eles mais tinham era o medo de ambos se perderem. Eles eram totalmente diferentes, mas somente em um lado eles eram “iguais”. E era esse lado que os unia que faziam deles o melhor casal.”

quinta-feira, 23 de agosto de 2012
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